A dona Joana é uma mulher que vive para a família. Ou melhor, para o filho único, o Frederico, um homem barbado de trinta e dois anos. Dá pra imaginar como a dona Joana ficou quando o Frederico decidiu se casar. Mas os protestos não adiantaram e o Frederico levou a Luli ao altar. Como já era de se esperar, os problemas entre as duas não demoraram a aparecer. Será que esse casamento resiste?
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Essa é uma das novelas que mais gostei de escrever e de ouvir. E a maternidade é um tema fantástico para a dramaturgia. Seja pelo caminho do drama, seja pelo da comédia, o assunto sempre rende. Escrevi esta novela em homenagem explícita à minha mãe que, se pudesse, até hoje me daria vitamina na cama. E não pensem que ela seja neurótica e obsessiva como a dona Joana, mas, tanto pra mim como para o Frederico, ela é única, insubstituível e indiscutivelmente maravilhosa.
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Essa é uma das novelas que mais gostei de escrever e de ouvir. E a maternidade é um tema fantástico para a dramaturgia. Seja pelo caminho do drama, seja pelo da comédia, o assunto sempre rende. Escrevi esta novela em homenagem explícita à minha mãe que, se pudesse, até hoje me daria vitamina na cama. E não pensem que ela seja neurótica e obsessiva como a dona Joana, mas, tanto pra mim como para o Frederico, ela é única, insubstituível e indiscutivelmente maravilhosa.
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Gui
ResponderExcluirEu dei muita risada com essa história. Sou uma apaixonada por essa seu trabalho de rádio!
To com saudades de você.
Bjs
Denise